Cigarro e cirurgia plástica não combinam

Realizar uma cirurgia plástica é uma maneira eficiente de melhorar a estética corporal e reduzir medidas, mas qualquer procedimento não deve ser visto como a última saída para resolver um problema. Cuidar da saúde do corpo é muito importante, mas nenhuma cirurgia plástica fará isso por você, que deve manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios e evitar o consumo de álcool e cigarro.

Cigarro e cirurgia plástica não combinam

O cigarro é conhecido por conter mais de 4,7 mil substâncias tóxicas em sua composição, uma concentração que já provoca estragos em um organismo saudável. Em um corpo que passa por um processo de recuperação de um procedimento cirúrgico, os problemas são ainda maiores.

É por isso que fumantes precisam se preparar muito antes de fazer uma cirurgia, com um tempo mínimo de, pelo menos, 30 dias sem fumar no período anterior à realização, e deixem o cigarro de lado também por, no mínimo, 30 dias após o procedimento. Este tempo é variável e vai depender da extensão da cirurgia e das recomendações de seu cirurgião.

Isto porque as substâncias contidas no cigarro aumentam o risco de infecção durante a operação e de ineficiência da anestesia, má oxigenação dos tecidos durante o processo e, ainda, uma cicatrização mais lenta e problemática, tornando a recuperação mais demorada. Além disso, durante a recuperação, a nicotina contida no cigarro contrai os vasos sanguíneos, impedindo a circulação correta do sangue, e também pode gerar crises de tosse em função da fumaça, correndo o risco do rompimento dos pontos.

Com cuidado, fumantes podem fazer uma cirurgia

Apesar de tudo isso, fumantes podem sim realizar procedimentos cirúrgicos, desde que respeitem as orientações dos cirurgiões e especialistas. Como pessoas deste grupo são as que mais correm o risco de desenvolver uma trombose após a realização da cirurgia, evitar o fumo durante algumas semanas ou meses fará um bem tanto para a recuperação do corpo como também para a sua saúde.

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